Diagnóstico
Preciso. Tratamento Individualizado
da Região Periocular.
O xantelasma palpebral é uma alteração cutânea frequente na região dos olhos, caracterizada por placas amareladas que podem impactar a estética e refletir alterações metabólicas. O tratamento ideal começa com avaliação especializada, planejamento preciso e abordagem personalizada.

Muito além de pequenas placas amareladas
O xantelasma palpebral é uma lesão cutânea benigna causada pelo acúmulo de lipídios na pele das pálpebras. Geralmente surge nas pálpebras superiores, inferiores ou próximas ao canto interno dos olhos — de forma unilateral ou bilateral.
Apesar de benigno, frequentemente gera incômodo estético, sensação de envelhecimento precoce, alteração da harmonia periocular e impacto emocional significativo.
Embora muitos associem automaticamente o xantelasma ao colesterol elevado, isso nem sempre é verdade.
Cerca de metade dos pacientes possui exames laboratoriais normais.
Entendendo a lesão
Do ponto de vista histológico, o xantelasma é formado por macrófagos carregados de lipídios — as chamadas células espumosas — que se acumulam na derme superficial e profunda das pálpebras.
O depósito gera placas amareladas, levemente elevadas, de consistência pastosa e bordas relativamente definidas. A evolução é lenta e progressiva: as lesões podem permanecer estáveis por anos, aumentar gradualmente, tornar-se múltiplas ou coalescer formando placas extensas.
Não representa risco direto à visão, mas o impacto estético é extremamente relevante.
Principais características clínicas
O reconhecimento precoce das lesões é fundamental para um planejamento terapêutico seguro e eficaz.
Placas amareladas
Coloração variando do amarelo-pálido ao alaranjado.
Crescimento progressivo
As lesões tendem a crescer lentamente ao longo dos anos.
Localização típica
Predominantemente no canto interno das pálpebras.
Geralmente indolor
Normalmente sem dor, coceira ou ardência.
A origem do xantelasma é multifatorial
Embora frequentemente associado à dislipidemia, o xantelasma possui origem complexa. Diversos fatores se combinam:
- Alterações metabólicas
- Predisposição genética
- Envelhecimento cutâneo
- Características individuais da pele
- Perfil lipídico alterado
- Fatores hereditários
Muitos pacientes possuem colesterol e triglicerídeos normais, o que demonstra a forte influência genética e anatômica.
Aproximadamente 50% dos pacientes apresentam algum grau de alteração lipídica — mas muitos têm perfil normal.
Avaliação clínica completa
Após o diagnóstico, pode ser recomendada investigação complementar com perfil lipídico completo, glicemia de jejum, avaliação tireoidiana e histórico familiar.
Especialmente em pacientes jovens, casos múltiplos ou lesões extensas.
O xantelasma pode se manifestar de diferentes maneiras
Lesões iniciais
Pequenas placas isoladas com excelente prognóstico estético.
Lesões bilaterais
Comprometimento simétrico das pálpebras.
Formas extensas
Placas maiores que podem exigir associação com blefaroplastia.
O impacto vai muito além da aparência
A região dos olhos é uma das áreas mais expressivas da face humana.
Estética facial
Alteração da harmonia periocular.
Aparência de envelhecimento
Aspecto mais envelhecido ou abatido.
Autoestima
Constrangimento em fotografias, vídeos e interações sociais.
Bem-estar emocional
Impacto psicológico significativo mesmo em lesões pequenas.
O diagnóstico correto é fundamental
A consulta especializada em oculoplástica é o primeiro passo para um tratamento seguro e natural.
Anamnese detalhada
Histórico clínico, evolução das lesões, histórico familiar e exames prévios.
Exame periocular
Profundidade, extensão, qualidade da pele e anatomia palpebral.
Documentação fotográfica
Planejamento terapêutico preciso e acompanhamento da evolução.
Plano individualizado
Cada paciente recebe uma estratégia personalizada.
Não existe abordagem única para todos os casos.
Nem toda lesão amarelada é xantelasma
Diversas alterações podem simular o xantelasma. O diagnóstico correto evita tratamentos inadequados, remoções incompletas, cicatrizes inestéticas e recidivas precoces.
Algumas lesões possuem profundidade distinta, origem diferente e características histológicas próprias. Por isso, a experiência clínica é determinante.
Cada lesão exige uma estratégia diferente — experiência especializada faz diferença direta no resultado.
A melhor técnica depende do tipo de lesão
Não existe um único tratamento ideal. A escolha depende de tamanho, profundidade, localização, espessura da pele e anatomia individual.
Remoção cirúrgica
Excisão precisa sob anestesia local. Indicada para lesões profundas, placas extensas e casos recorrentes. Pode ser associada à blefaroplastia.
Laser CO₂
Tecnologia moderna para lesões mais superficiais. Ablação controlada, menor trauma tecidual, recuperação rápida e preservação anatômica.
Abordagens combinadas
Em casos específicos, a combinação entre cirurgia e tecnologias auxiliares pode otimizar os resultados.
Cada milímetro importa
A pele palpebral possui apenas 0,5 a 1 mm de espessura. Por isso, o planejamento cirúrgico inclui definição precisa das incisões, preservação anatômica, estratégia de fechamento e minimização da tensão cicatricial.
Quando associar à blefaroplastia
Pacientes com excesso de pele, flacidez palpebral ou envelhecimento associado podem se beneficiar de uma abordagem integrada — combinando o tratamento do xantelasma com a blefaroplastia.
Como é o pós-operatório
A recuperação costuma ser tranquila devido à excelente vascularização da região palpebral.
Primeiros dias
- Edema leve
- Pequena equimose
- Cuidados locais
Primeira semana
- Redução do inchaço
- Retirada de pontos quando necessário
2 a 4 semanas
- Cicatrização em evolução
- Hiperemia residual discreta
3 a 6 meses
- Maturação cicatricial
- Resultado definitivo consolidado
O objetivo não é apenas remover — é harmonizar
“Pequenos detalhes impactam diretamente no resultado final. A diferença entre um resultado extraordinário e um mediano está nos detalhes.”
— Dr. André Luís Borba, MD, PhD

Dr. André Luís Borba, MD, PhD
Cirurgião Oculoplástico · Medicina Estética Periocular
Com 32 anos de formação médica e 29 anos dedicados exclusivamente à oculoplástica reconstrutiva e estética, o Dr. André Borba é referência internacional na abordagem integrada da região periocular.
Mais informações: @drandreborba · www.andreborba.com
Pacientes do Brasil e do exterior
Pacientes nacionais e internacionais podem iniciar a avaliação por telemedicina. O processo inclui consulta remota, avaliação detalhada, planejamento individualizado e orientação pré e pós-operatória.
O paciente envia fotografias padronizadas da região periocular. Durante a videoconsulta, o especialista avalia as lesões, explica as opções terapêuticas e define o planejamento personalizado.
Clínica Dr. André Borba — Oculoplastic Center
Rua Barata Ribeiro, 490 — Conj. 111
São Paulo — SP — Brasil
Perguntas que escutamos com frequência
O tratamento exige precisão
Planejamento, técnica e experiência.
Cada paciente possui anatomia única, características próprias da pele e objetivos individuais. A avaliação especializada é o primeiro passo para um tratamento seguro, natural e sofisticado.

